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Desarmes ajudam a explicar goleada sofrida pelo São Paulo contra o Inter

Fernando Diniz comanda o São Paulo em jogo contra o Internacional pelo Brasileirão - Marcello Zambrana/AGIF
Fernando Diniz comanda o São Paulo em jogo contra o Internacional pelo Brasileirão Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
Perrone

Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

21/01/2021 08h47

Para contar a história da goleada do Internacional por 5 a 1 sobre o São Paulo, nesta quarta (20), no Morumbi, é preciso falar de desarmes. As estatísticas da partida mostram que esse foi um ponto crucial para o resultado que tirou a liderança do Brasileirão do time paulista e colocou a equipe gaúcha no topo.

O Inter fez quase o dobro de desarmes em relação ao São Paulo, segundo o site "SofaScore". Foram 15 desarmes dos visitantes contra oito dos donos da casa.

A eficiência do time de Abel contribuiu para que o adversário perdesse a posse de bola 133 vezes. O Inter registrou 109 perdas.

Juanfran espelha bem essa ineficiência são-paulina. O lateral não fez desarmes no jogo e perdeu a posse 15 vezes. Ele tocou na bola em 47 oportunidades. Seu índice de acerto de passes foi de apenas 67%. Coletivamente, o São Paulo acertou 87% de seus passes, marca curiosamente melhor que a do Inter: 75%.

Impossível falar de perda de posse de bola nessa partida sem lembrar que Daniel Alves e Vitor Bueno cometeram erros que iniciaram as jogadas de dois gols do Inter.

Dani tocou 106 vezes na bola e perdeu a posse dela em 15 oportunidades. O veterano acertou 92% de seus passes e fez um desarme.

Já Vitor Bueno, que entrou no segundo, tempo pegou na bola em 24 oportunidades. Perdeu seis posses, acertou 81% dos passes e não fez desarmes.

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