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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Atitude de Casares ajuda Carlos Miguel ser inocentado de duras acusações

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

06/07/2022 15h27Atualizada em 06/07/2022 16h41

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O companheiro Diego Garcia que o ex-presidente Carlos Miguel Aidar foi inocentado das acusações de fraude e desvio de dinheiro do clube. Os dirigentes Douglas Schwartzmann e Leonardo Serafim também.

A absolvição (leia a matéria) se baseia também no fato de o São Paulo dizer que não houve furto ou fraude. Desde o início, a postura do clube foi dúbia. Não aceitou ser parte da ação, como parte lesada e optou por ser "amicus curie", quem está disposto a dar todas as informações necessárias para o prosseguimento da ação.

E disse o quê?

Que não houve furto e sim pagamento de serviços prestados.

Carlos Miguel Aidar deveria pedir a revogação de sua cassação. Júlio Casares, que foi seu cabo eleitoral, ajudou que ganhasse uma carta de inocência. Um mártir.

Errado estava Ataíde Gil Guerreiro, conselheiro que gravou frases comprometedoras do envolvimento de Aidar e de Cinira Maturana, sua namorada na época, na negociação do zagueiro Iago Maidana.

Douglas Schwartzmann, também inocentado, deveria pedir sua reintegração à diretoria de Casares.

O São Paulo perdeu uma oportunidade a mais de se aprofundar na solução de problemas que parecem insolúveis. Governado sempre pelo mesmo grupo - não que o outro seja melhor - vai continuar devendo muito e vendendo joias para contratar bijuterias.

Procurei a assessoria do clube para entrevistar Casares e me foi dito que não haverá manifestação alguma porque o caso se encontra sobre segredo de justiça.