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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Palmeiras precisa de um banho de amor

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Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

21/11/2021 10h56Atualizada em 21/11/2021 10h56

As festas da torcida do Flamengo me impressionaram.

A comunhão com o clube, no Maracanã e no embarque deixaram jogadores com moral altíssimo para a final da Libertadores.

Não significa favoritismo, mas é bom. É ótimo, ainda mais com a vitória sobre o Inter, fora de casa.

O Palmeiras também pode ter.

Uma vitória sobre o Galo, adversário que eliminou na semi da Libertadores, seria essa união que energiza e fortalece. Allianz lotado, incentivo, vitória. Mesmo se não houver vitória.

Poderia ter sido antes. Uma vitória sobre o São Paulo na semana passada deixaria o rival no Z-4 e a torcida feliz da vida.

Abel não quis.

Abel tem um plano

Vocês estão loucos.

Pode ser. Ele é europeu. Eu sou apenas aguaiano.

Não digo que o plano deu errado. Nem sabemos direito qual é o tal plano.

O fato é que a realidade se fez presente. E o Palmeiras engrenou três derrotas seguidas. Duas delas, com os titulares.

E com agravantes.

A torcida ofendeu Luiz Adriano e se sentiu ofendida com a resposta.

Gustavo Gómez e Wéverton tiveram uma discussão fortíssima. Nem pareciam jogadores do mesmo time.

Abel abandonou os jogadores à própria sorte, no final contra o São Paulo.

Um jogo ruim contra o Galo pode complicar ainda mais o momento atual.

O que não significa, repito, uma grama ou um milímetro de favoritismo para o Flamengo, que está lá, felizão da vida.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL