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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: São Paulo de Rigoni e Calleri dá esperança ao torcedor

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

07/10/2021 21h55

Foi um empate em casa com gol de pênalti inexistente. E o time não conseguiu chegar na zona de Libertadores. E olha que são nove vagas.

Lendo assim, parece que o São Paulo foi horrível contra o Santos. Não. Foi a melhor partida do time no Brasileiro.

Foi um time muito aguerrido, coisa que faltava. Parecia até o time do Paulista, ganhando divididas no campo adversário.

Rigoni foi o melhor em campo. Esteve nós dois lados do campo e também pelo meio. A melhor contratação do ano.

Mas a diferença foi Calleri jogando quase 90 minutos. Um tipo de centroavante que o São Paulo não tinha. Tem um jogo muito mais físico que os outros do elenco. Segura mais a bola, cria mais opções.

O complicado foi fazer chegar a bola aí ataque, que tinha Rigoni e Marquinhos abertos e Calleri no meio. Melhorou quando Gabriel Sara substituiu Marquinhos. O time ficou mais compacto.

Outro ponto a elogiar foi a participação de Volpi, com uma defesa salvadora no final.

O que não entendi foi Marinho jogando na direita, ajudando na marcação e saindo em contra-ataque. Se estivesse na esquerda, poderia de aproveitar da improvisação que colocou Igor Gomes por ali.

O resultado foi ruim para os dois, mas o São Paulo leva esperança para casa.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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