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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Grêmio patina e não sai da lama

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

07/10/2021 04h00Atualizada em 07/10/2021 08h36

Os números do Grêmio contra o Cuiabá impressionam. Vinte finalizações, onze dentro da área e nove, de fora. Sete no gol. Posse de bola 62%. E 35 cruzamentos.

Tudo isso para ganhar apenas um ponto em casa. E a agonia de continuar no Z-4 continua mais uma rodada.

A impressão é de um carro patinando na lama, sem sair do lugar. Gira, gira, gira...

Venceu o Ceará.

Ganhou do Flamengo.

Agora vai.

Vai?

Vai nada.

Derrota para o Furacão em Curitiba.

Calma, normal. Agora, tem Sport e Cuiabá em casa e tá tudo dominado.

Derrota para o Sport.

Empate sofrido com o Cuiabá.

Grêmio, Bahia e Sport estão com 23 pontos. A vantagem do Grêmio é ter feito jogos a menos: 22, contra 23 do Bahia e 24 do Sport. A Chape fecha o zona macabra com apenas 12 pontos. O Santos, primeiro fora da zona pode ir a 27 se ganhar do São Paulo, no choque dos desesperados.

Sim, são dois jogos a menos, mas a instabilidade do Grêmio não dá alento ao torcedor. É muita areia movediça.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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