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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Galo passa vergonha com seu tapetão voador

Após lembrar Aladdin, filme da Netflix supera sucesso da Disney - Reprodução / Internet
Após lembrar Aladdin, filme da Netflix supera sucesso da Disney Imagem: Reprodução / Internet
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

05/10/2021 11h57Atualizada em 05/10/2021 12h17

Depois de ser eliminado dignamente em campo, o Galo passou vergonha fora dele. Como se fosse Aladdin, recorreu ao tapete mágico para reverter no tribunal o resultado que o campo registrou.

O que os jogadores não conseguiram - eliminar o Palmeiras - passou a ser tarefa de advogados. Seriam onze também.

E passaram a primeira vergonha indo até a Conmebol exigindo a anulação do gol de Dudu, que classificou o Palmeiras. A alegação? Longe, bem longe da jogada, Deyverson invadiu o campo - coisa de 20 centímetros - ainda antes de a bola ter entrado. Nenhuma influência no lance. Mais uma idiotice desse jogador.

A segunda vergonha foi ter o pedido rejeitado.

Pode haver ainda uma apelação, o que seria a terceira vergonha.

O Galo precisa ter foco total no Brasileiro. Um olho nos seus jogos e outro nos do Flamengo. Tirar dos ombros dos jogadores qualquer responsabilidade pelos 50 anos de fila. Evitar confusão desnecessária. Mostrar que confia no elenco e que não precisa de tapetão. E tem ainda a Copa do Brasil. Foco total para chegar à final.

O campo deve decidir.

Voar para tribunais não é digno de galo forte e vingador.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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