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REPORTAGEM

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Crespo agrada, mas Kohan está na corda bamba

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

01/10/2021 18h20

O São Paulo fez um bom investimento para ter Hernán Crespo. O custo total dele e de sua comissão técnica, todos argentinos, é maior que a anterior, de Fernando Diniz.

A análise de seu trabalho é positiva. Tirou o time de uma fila de 15 anos e teve participação digna na Libertadores.

A ideia é continuar com ele, mesmo porque o clube não nada em dinheiro para pagar multas rescisórias.

Ele deve continuar, a não ser que o time entre em parafuso, não consiga uma vaga na Libertadores ou, pior ainda, fique perto da zona de rebaixamento.

Se Crespo ficar - e deve ficar - haverá mudanças na comissão técnica. O trabalho de Alejandro Kohan, o preparador físico, é questionado.

Grosso modo, e talvez com exagero, ele é dividido em duas partes:

1) Forçou demais, o que levou a muitas lesões musculares..

2) Agora, diminuiu a carga de trabalho e o time cansa muito no segundo tempo, além de competir pouco. Não consegue, por exemplo, manter marcação forte na saída de bola do adversário, marca do time no campeonato paulista.

Nada será mudado agora. A meta é ter foco total no G-9 e buscar a vaga na Libertadores. O que é, sejamos sinceros, um alívio financeiro, mas não um reconhecimento técnico.

Obrigação.

Se der errado, vexame e problemas financeiros graves.

Menon