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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Como seria o futebol no mundo paralelo de Jair

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

21/09/2021 14h22Atualizada em 21/09/2021 14h22

O presidente Jair Messias Bolsonaro discursou na abertura da Assembleia Geral da ONU e comprovou viver em um mundo paralelo. Ou é mentiroso ou acredita nas bobagem que falou.

O Brasil estava à beira do comunismo. Com Temer? Dilma? Lula?

Os governadores impedem seu trabalho.

Defendeu o tratamento precoce, totalmente desmistificando no Mundo.

Disse que o desmatamento da Amazônia está sendo controlado

Um mundo que não existe.

É como se os clubes brasileiros fossem fortes economicamente a e não precisassem vender revelações.

Como não vendiam, muita gente boa procuraria outros clubes para trabalhar. Po te, Guarani, Bangu, América, Portuguesa e outros ficariam mais fortes.

O presidente da CBF seria alguém sem problemas na Justiça por questões pecuniárias ou ligadas a assédio moral, deintelectual ou sexual.

Os árbitros seriam bons. Ou, no mínimo, capazes de lidar com a ferramenta chamada VAR, que já não é novidade.

Investidores colocariam dinheiro e gestão em clubes do Norte e Centro-Oeste.

Os jogadores não atrapalhariam os árbitros, com faltas fingidas. Canastrões de quinta categoria.

A selecão estaria nas mãos de um treinador criativo. Estrangeiro, claro.

A seleção daria mais importância ao povo brasileiro, jogando sempre por aqui.

E o Brasil não teria um presidente tão incapaz de tarefas importantes, como cuidar da população brasileira.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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