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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Borja e Renato derrotaram o Flamengo

Borja, atacante do Grêmio, comemora gol marcado contra o Flamengo - Jorge Rodrigues/AGIF
Borja, atacante do Grêmio, comemora gol marcado contra o Flamengo Imagem: Jorge Rodrigues/AGIF
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

20/09/2021 04h00

Borja é o tipo de jogador que me agrada: o centroavante. O lobo solitário. Aquele que pode errar muitas, mas sempre acerta uma. Foi assim contra o Flamengo.

Ficou brigando com Rodrigo Caio e Diego Alves. Empurrões e falatório. Então, quando Ferreirinha dominou na esquerda, ele se adiantou e, entre Rodrigo Caio e Leo Pereira, cabeceou sem chance para Diego Alves. Fez o que o centroavante precisa fazer. Gol

Depois, errou um pênalti, mas já havia cumprido sua missão e justificado seu salário. Três pontos.

Renato Gaúcho perdeu dois jogos dirigindo o Flamengo. Contra os dois gaúchos.

Ele errou na derrota para o Grêmio. Perdendo por 1 x 0, recorreu à velha e manjada tática de empilhar atacantes. Trocou os meias Vitinho e Éverton Ribeiro por Pedro e Bruno Henrique.

O ataque ficou com Michael, Gabigol, Pedro e Bruno Henrique. Dois pontas e dois centroavantes. E no meio? Apenas Arão e Andreas. Um buraco enorme, que facilitou o jogo "picotado" imposto pelo Grêmio.

Além disso, demorou para colocar Matheuzinho e Thiago Maia. Manteve Isla, muito mal, por um bom tempo.

Não foi uma boa jornada de Renato. Galo e Palmeiras agradecem.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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