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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Menon: Palhaçada do VAR prejudica o Cruzeiro

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

16/09/2021 21h36Atualizada em 16/09/2021 21h56

O jogo entre Cruzeiro x Operário é um manual de como o VAR é mal utilizado no Brasil. Ou, de como o VAR atrapalha o futebol no Brasil.

O jogo estava 1 x 1 e o Cruzeiro atacava muito, buscando a vitória. Ela veio aos 51 minutos, com um lindo passe de Marco Antonio para Marcelo Moreno.

O juiz Rodrigo Ferreira deu o gol. Imediatamente, os jogadores do Operário reclamaram um toque de mão de Marco Antonio.

Começou uma confusão. O juiz deu amarelo para um, vermelho para Luxemburgo, e foi avisado pelo VAR que poderia ter havido um toque de mão.

Ele demorou 12 minutos para ver o lance no monitor. Repito: DOZE MINUTOS. PARA IR ATÉ O MONITOR. Dava tempo de fazer um macarrão e fritar dois ovos.

A imagem mostrava Marco Antônio de costas. Não mostrava de frente. E é impossível ter uma visão clara, é impossível não ter dúvida. Imagem totalmente inconclusiva.

Não para o árbitro. Em um minuto, anulou o gol que levaria o Cruzeiro a 32 pontos.

Quando palhaçadas assim acontecem, quem perde é o pobrezinho do futebol brasileiro. Cada vez pior.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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