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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Tite deixaria a Itália bem pior e mais chata

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Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

02/07/2021 18h20Atualizada em 02/07/2021 18h20

O time que mais me empolga na Euro é a Itália. Futebol de alta intensidade, jogo vertical, muita gente no ataque e defesa marcando bem, sem muitas faltas.

É um trabalho muito bom de Mancini, que assumiu em 2018, após o fracasso da não classificação para a Copa da Rússia. Em três anos, mudou o estigma de retranca que sempre marcou a história da Azzurra.

E se Tite dirigisse a Itália? Seria um futebol com mais controle, com mais circulação de bola e menos ousadia. Seria uma Itália com cara de Itália antiga.

E se o Brasil de Tite enfrentar a Itália? Pode até vencer. O Brasil é um time difícil de ser derrotado. Faz um gol, mantém a posse de bola e se segura.

Mas é um time que não empolga. Não há ousadia. Como diria Rita Lee, o Brasil é amor e a Itália, sexo.

Tite & Filho precisam abandonar o papai e mamãe e deixarem o Brasil mais feliz.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL