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ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

São Paulo: velho roteiro com alguns novos e interessantes personagens

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

28/02/2021 21h18Atualizada em 28/02/2021 22h04

O São Paulo tinha mais de 70% de posse de bola e levou um gol de contra-ataque. Pelo lado esquerdo da defesa. Nas costas de Reinaldo.

Um problema para Hernán Crespo resolver. Um problema recorrente. Crônico. E que não foi erradicado com a linha de três. Leo Pelé não foi bem na cobertura.

Não foi apenas isso que o jogo reforçou. Igor Vinicius, uma vez mais, mostrou força, velocidade e problemas na hora da definição. Sua última participação no jogo foi tentar uma estranha cabeçada após bom cruzamento de Daniel Alves, o melhor.

Bruno Rodrigues e Galeano foram bem como pontas. Talvez sejam bons também como alas. É uma possibilidade.

Foram 48 cruzamentos. Muita coisa. Um a cada dois minutos. Principalmente quando se sabe que Pablo não é um centroavante forte fisicamente. E nem tecnicamente, apesar da participação no gol de Arboleda e do belo gol anulado.

O São Paulo tem muito que melhorar. E Hernán Crespo tem muito a trabalhar.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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