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O Inter não merecia vencer

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

24/01/2021 18h35

Olha, seria fácil dizer tarde mágica, jogo do Edenílson, Inter vence seus fantasmas, derrota o Grêmio e aponta para o título.

Poderia. E seria tudo verdade.

Mas há outra verdade. Mais terrestre digamos assim. O Inter jogou melhor a maior parte do jogo, mas passou a ser dominado pelo Grêmio a partir da segunda metade do segundo tempo.

Levou o gol.

E foi buscar o empate com Abel Hernandéz e a vitória, com um pênalti inexistente.

Como apitar um pênalti daquele?

Pronto, falei.

Agora, voltemos ao início.

Foi uma tarde mágica, foi o grenal do Edenílson, foi a redenção de Abel e foi o Inter apontando para o título.

Errata: o texto foi atualizado
Diferente do que foi informado, o atacante do Internacional que marcou o gol de empate se chama Abel Hernández, e não Hernandy. O erro foi corrigido.

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