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Com Barroca, Botafogo joga a última cartada

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

27/11/2020 13h20

Com 20 pontos conquistados em 22 jogos, o Botafogo faz o que todos fazem, faz o que lhe resta fazer: troca de treinador. Eduardo Barroca substitui Ramon Díaz/Emiliano Díaz, que veio em lugar de Lazzaroni, que havia assumido em lugar de Paulo Autuori.

Barroca não é garantia de nada. Estava tentando tirar o Vitória do rebaixamento para a série C. Antes, foi demitido do Coritiba após seis derrotas seguidas, entre estadual e Brasileiro.

A seu favor, tem a memória afetiva de sua primeira passagem pelo Botafogo, quando mostrou, desde a primeira primeira partida, organização e bom futebol. Depois, vieram os maus resultados e a demissão.

Com péssimas finanças, o Botafogo precisava acertar muito nas decisões referentes ao futebol. E foi justamente o contrário.

Quando demitiu Autuori, em vez de buscar um treinador especialista em situações de crise, alguém como Lisca ou Guto Ferreira, optou pelo auxiliar Lazzaroni. E depois, por Ramon Díaz, que estava doente e não podia começar o trabalho imediatamente. Emiliano, o filho, assumiu. Três derrotas em três jogos.

Para escapar de mais um rebaixamento, o Botafogo precisa conseguir 25 pontos em 16 jogos. Trabalhão para Barroca.

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