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Palmeiras perde para golaço e Covid, no campeonato de maricas

Figueira comemora gol pelo Goiás contra o Palmeiras, em jogo do Brasileirão - Heber Gomes/AGIF
Figueira comemora gol pelo Goiás contra o Palmeiras, em jogo do Brasileirão Imagem: Heber Gomes/AGIF
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

21/11/2020 23h10

Foi cruel a derrota do Palmeiras. Requintes de sadismo, um enredo heróico que termina com zero pontos.

Um elenco dizimado e um time cheio de garotos, inclusive um - Marcelinho - de 17 anos. E o artilheiro do time sai contundido. E um dos experientes sai expulso.

O segundo tempo todo com um jogador a mais. E a luta pela vitória, que quase veio, com uma forte trocação nós 15 minutos finais.

Os dois times com estratégias diferentes.

O Palmeiras, bem postado e com contra-ataques.

O Goiás, forçando pelo lado esquerdo do ataque e cruzando para as torres gêmeas, Fernandão e He-man. Ou, para trás, para a chegada de Shaylon.

Qual estratégia daria certo?

Nenhuma.

O gol saiu de uma jogada de Miguel, com poucos minutos em campo. Um chute espetacular, de fora da área, no canto direito de Wéverton.

Castigo?

Não.

O Goiás, muito fraco, lutou muito. E também perdeu pontos contra a Covid.

Na primeira onda.

Primeira onda. Segunda onda.

O campeonato nem deveria ter começado.

Mas nem vou falar nada. Capaz de me chamarem de mariquinha.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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