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Rogério Ceni, o melhor do Brasil, não deu chance ao Palmeiras

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

18/10/2020 22h29

Rogério Ceni disse que tem um acordo com o presidente do Fortaleza: o time entra no campeonato com a meta de não ser rebaixado.

Charminho deles. O Fortaleza entra pra brigar por uma vaga entre os seis primeiros, o que pode, como no ano passado, valer uma vaga na Libertadores.

As qualidades do time e do treinador foram mostradas novamente na vitória por 2 x 0 sobre o Palmeiras.

As digitais de Ceni estão lá. Um time que marca forte e agride a bola. A pressão sobre o homem da bola é intensa. Quem viu a moleza corintiana sobre o Flamengo percebeu a diferença. O time é bom na bola alta ofensiva e defensiva. E tem muita velocidade pelos lados, às vezes com laterais duplos.

Começou pressionando, conseguiu vantagem e depois recuou um pouco, em um 4-4-2, sem perder a perspectiva do contra-ataque.

Não caiam na conversa de Ceni. O Fortaleza é muito forte.

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