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Palmeiras ganhou na Justiça o direito de não jogar. Flamengo foi melhor

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

27/09/2020 18h28

O Diplomata Simão me ligou e ordenou o título do post. Aceitei. Sempre que discordo do meu amigo palmeirense eu me dou mal.

O empate foi um papelão do Palmeiras. E não apenas porque o adversário tinha apenas quatro titulares. Seria um papelão também se fosse o time titular do Clube Tribunais Flamengo.

A postura do Palmeiras seria vergonhosa contra o Bayern, a Vila Braga ou o Itapuí Atlético Clube, dirigido há anos pelo Pancho e Amantini, dupla inseparável, que anda meio brigada atualmente.

Faltou coragem para pressionar desde o início, faltou chutar para testar o goleiro Hugo Neneca, que não jogava havia nove meses. Faltou velocidade e muito mais.

O Flamengo foi melhor. Não só pelo quarteto Gerson, Thiago Maia, Arrascaeta e Pedro. Os garotos Ramon, Otávio e Hugo Neca mostraram que estão aí, prontos para o que ser e vier. Inclusive times mais interessados que o Palmeiras da nhaca.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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