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Nem Babishow, nem minimíssil de Marinho

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

20/09/2020 20h45

Santos e Botafogo já foi o jogo de Mané contra Pelé. Tempos de ouro do futebol. Hoje, é o jogo de Babi x Marinho.

Nada contra. Nada irônico ou ofensivo. É apenas uma constatação e um elogio a dois jogadores surpreendentes.

Marinho, aos 31 anos, vive fase espetacular. É um dos três melhores do Brasileiro. Não quer dar entrevistas e está afastando a fama de folclórico.

Babi da a impressão de ser mais um entre muitos grandalhões que vagueiam pelas áreas à espera de uma bola bandida que se ofereça à sua chanca. Ou de um cruzamento.

É bem melhor que o clichê. Tem habilidade, chuta bem e serve bons passes.

No encontro que já foi fantástico, Babi não brilhou, mas preocupou. Marinho não brilhou, mas foi bem melhor.

O empate foi ruim para o Santos, que teve 21 finalizações. Foi ruim também para o Botafogo, que chutou bem menos.

O Santos não chegou aí G-4.

O Botafogo não deixou o Z-4.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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