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Fortaleza e Ceni merecem respeito

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

15/09/2020 16h18

Há uma vertente de jornalistas que é defensora acérrima da tese da permanência dos treinadores. Independentemente dos nomes, a tese prevalece. Há exceções, claro, quando o trabalho não se segura mais, mas a gênese do argumento prevalece.

Então, quando um treinador cai e surge uma vaga, o nome de Rogério Ceni é o primeiro a ser lembrado. Sim, o Rogério Ceni que está há quase três anos no Fortaleza. E fazendo um ótimo trabalho, caso contrário não seria lembrado.

Mas e a tese da continuidade? Só vale para times de Rio e São Paulo?

E como é o contrato do Fortaleza com Ceni? Tem multa? É cara?

As especulações não levam nada em conta. Andrés, vai lá e traz o Ceni.

E quem disse que o Ceni gostaria de encarar esse rabo de foguete?

Os jornalistas se comportam como quem está montando um time de fantasia. Pega esse técnico aqui, pega esse jogador ali...

Não respeitam jogão, clubes e nem a própria tese da manutenção dos treinadores.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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