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Messi fica. Agora, precisa de companhia e de nova atitude

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

04/09/2020 13h14

Messi fica no Barcelona. "Nunca entraria já Justiça contra o clube da minha vida". Será? Será que não entrou porque a causa era perdida? Não interessa. O importante é que ficou.

Ao ficar, talvez Messi replique o outro Messi. O da seleção Argentina. Aquele que errou um pênalti na decisão da Copa América e disse que seu ciclo havia terminado. Então, convencido a voltar, teve outro tipo de atitude: virou questionador, virou brigador, entrou em discussões, virou capitão.

Seria maravilhoso se ele, aos 33 anos, assumisse o papel de reconstrutor do Barcelona. De fiador da reconstrução sob o comando de Koeman.

Que fosse um Supermessi. Mas com boa companhia. O Barcelona precisa de jogadores novos, precisa de velocidade, precisa de frescor. Precisa, mais que nunca, de Lionel.

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