PUBLICIDADE
Topo

Clubes grandes agem como organizações mafiosas contra jogadores

Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

02/07/2020 17h28

Alguns jogadores têm acionado os clubes pedindo ressarcimento por itens inacreditáveis há pouco tempo, como descanso semanal e horas extras por jogos noturnos.

Os tribunais têm dado ganho de causa aos jogadores. Há um entendimento que o futebol não é uma bolha e deve obedecer as leis trabalhistas que regem a sociedade brasileira.

Como os grandes clubes reagem? Buscam mudar a lei? Buscam acordos individuais? Buscam uma solução juntamente com as entidades representativas dos jogadores?

Nada disso

Fizeram uma lista de jogadores e trabalhadores do futebol que recorreram à Justiça (que horror) e um pacto para não contratá-los. Pior ainda, exigem, para contratação, que sejam retiradas ações contra antigos empregadores.

Os clubes brasileiros não conseguem se unir para gerenciar o futebol brasileiro, aceitam tudo o que vem da CBF, mas se unem contra jogadores.

Tchutchucas contra uns. Tigrões contra outros.

Leiam a matéria de Pedro Lopes e José Eduardo Martins no UOL. É ótima. AQUI

Menon