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Antony ajuda o São Paulo, seu clube de coração, até na despedida

Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

01/07/2020 14h28

Antony, todos sabem minha opinião, não é e nunca será um grande jogador. Acredito que os que o admiram e o colocam como craque, levam em conta sua passagem pela base, muito boa.

A introdução é para dizer que ele merece todas as homenagens que estão sendo feitas pelo clube e todo o amor que a torcida lhe dedica.

Merece porque é recíproco. Antony sempre se comportou como um torcedor são-paulino, algo que realmente é.

Sempre foi dedicado e apaixonado, o que explica as vezes em que chorou no campo. Pelo gol em si e pelo alívio do gol, afastando mais momentos.

O garoto vai e promete voltar. Não soa como demagogia, realmente parece ser um desejo.

Ele vai.

O dinheiro vem.

O dinheiro some.

Vai para o ralo da dívida.

Não será usado para uma nova contratação.

Servirá para pagar salário de quem fica.

Até na despedida, Antony ajuda seu clube.

Clube que não merece ser dirigido como é.

Menon