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Messi, sem brilho, faz o gol 700 para um Barça em crise de identidade

Octavio Passos/Getty Images
Imagem: Octavio Passos/Getty Images
Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

30/06/2020 19h01

A palomita foi perfeita e Oblak não saiu na foto. Um raro momento de brilho de Lionel Messi no empate contra o Atlético. Além disso, escanteios bem cobrados, um drible na lateral e muita dificuldade em escapar do terrível sistema de marcação de Diego Simeone.

Messi se irritou. Deu um bico para fora do campo como protesto por uma falta. Está bravo, parece preso ao campo, dá mostras de não entender qué pasa com el Barça.

Não é mais o Barça que se escalava sem suspirar. O 'tiki taka' é passado. Messi sente falta de Xavi e Iniesta. De Neymar. E de Suárez, aquele, não o atual, que vagueia em campo.

O Barcelona depende cada vez mais de Messi. E vê o Real, sem Cristiano Ronaldo se distanciar.

Só há uma solução. Messi ser ainda melhor que o Messi que todos amamos. Parece impossível. A Pulga já tem 33 anos.

Menon