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Futebol feminino dos EUA perde na Justiça. Um absurdo

Megan Rapinoe comemora título dos EUA na Copa do Mundo feminina 2019 em celebração na prefeitura de Nova York - Johannes Eisele/AFP
Megan Rapinoe comemora título dos EUA na Copa do Mundo feminina 2019 em celebração na prefeitura de Nova York
Imagem: Johannes Eisele/AFP
Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

24/06/2020 13h41

A seleção feminina de futebol dos EUA foi à Justiça exigir salários e premiações iguais às da seleção masculina. A demanda foi derrotada em primeira instância. Haverá recurso.

Tomara que vençam. O pedido é muito justo. Se a Federação convoca atletas para disputar Copa do Mundo, deve pagar salários e premiações iguais. Mesmo porque, no caso, a seleção feminina tem resultados melhores.

A Copa do Mundo é muito mais importante, o que não impacta na decisão, a meu ver. Se foi chamado a trabalhar, que receba.

É diferente dos clubes, onde deve imperar a livre negociação individual. É um trabalho diário, cotidiano, diferente de um período especial, quando se disputa a Copa do Mundo.

A CBF está à frente da federação dos Estados Unidos. Já prática a igualdade. Não paga salário para homem e nem para mulheres.

Quem discordar de mim não é mau caráter

Menon