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Torcida do Cruzeiro precisa reagir. Sem violência e dentro da Lei

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

26/05/2020 21h29

O Cruzeiro foi roubado. No escurinho da casa noturna em Portugal, no chopp entregue em casa de Pires de Sá, nas comissões pagas a agentes não credenciados, nos 14 milhões pagos a empresas ligadas a conselheiros, no aumento extraordinário da dívida.

O Cruzeiro foi humilhado ao ver crianças de 12 anos serem colocadas como pagamento de dívidas, ao ver suas sedes sofrerem ações de busca e apreensão.

O Cruzeiro foi prejudicado esportivamente por esses dirigentes. Começa a Série B com seis pontos negativos porque não pagou uma conta de $ 5 milhões de reais pela contratação do volante Denílson. E pode perder mais seis pontos se não pagar uma dívida pela contratação de Willian Bigode.

Como um clube importante, um gigante do futebol brasileiro chega a esse ponto? Falta de Democracia, falta de transparência e dando ouvido ao canto da sereia de falsos mecenas.

O helicóptero caiu.

Chegou a hora de a torcida reagir. Sem violência, sem agressão. Precisa acionar esses pires Pires de Sá (ou de sal), esses itaires e mais um monte de comparsas na Justiça.

Um bom advogado conseguiria uma maneira, em nome de milhões de cidadãos lesados em sua paixão, buscar ressarcimento do dinheiro e da honra cruzeirense.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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