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Cláudio Zaidan comanda o "Bandeirantes Acontece", a partir de junho

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

25/05/2020 14h09

Rádio é fácil. É só acender a lâmpada e sair falando. É fácil, sim. Só se for para ele, Cláudio Zaidan, o autor da frase.

Fácil para ele e prazeroso para nós, órfãos do Bandeirantes a caminho do Sol, que podemos matar a saudade a partir de 1de junho, das 15 às 17 horas, quando passará a comandar, junto com Ronald Gimenes, o novo Bandeirantes Acontece.

Novo? De jeito nenhum. O programa já existiu há tempos e vai ser resgatado agora. E com Zaidan sem se preocupar com inovações. "A Bandeirantes sabe que seu público é de pessoas acima de 40 anos e vai falar para elas".

O esquema é simples. Serão as oito principais notícias do dia, comentadas por Zaidan. Muita opinião. Não será uma sucessão de notícias. "Não teremos o noticiário pesado", diz Zaidan, que refuta o termo hard news.

Tudo pode mudar, é lógico. "Se fosse na sexta-feira passada, só haveria dois assuntos: a porcaria da reunião ministerial e a nota do General Heleno".

Entrevista só com gente relevante. "Dória, Bolsonaro, Lula, Haddad, Gilmar Mendes. E reportagem só quando for um assunto muito urgente. Um incêndio, por exemplo".

E se faltar assunto. "Aí, a gente estica a participação do Milton Neves. A gente fica proseando um tempão".

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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