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Neymar, isolado, não foi páreo para trio adolescente em Dortmund

Neymar em ação pelo PSG contra o Borussia Dortmund pela Champions League  - PressFocus/MB Media
Neymar em ação pelo PSG contra o Borussia Dortmund pela Champions League Imagem: PressFocus/MB Media
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

18/02/2020 19h12

Thomas Tuchel optou por um PSG cauteloso para o confronto contra o Borussia. Muita gente no meio, inclusive Neymar e Mbappé isolado na frente, entre os zagueiros.

Não havia conexão entre eles. Neymar, bem marcado, com muita virilidade, se virava como podia. Quase fez de falta. Foi amarelado injustamente, após uma falta em Witzel.

Enquanto os astros do PSG mal se viam em campo, dois adolescentes da classe 2000 estavam muito próximos. Não virtualmente, como gostam os millenials, mas fisicamente. Sancho e Haaland davam transição rápida ao Borussia e dor de cabeça ao PSG.

O duo virou trio com Reyna, da turma de 2002. E saiu o primeiro gol, com Haaland, o artilheiro teen da Noruega.

Então, o PSG mudou. Não com entrada de Cavani ou Icardi, mas com Mbappé na direita. Conectado com Neymar. Jogada de linha de fundo e cruzamento para Neymar, em estilo Matador.

O pesadelo de uma derrota por 1 x 0 fora de casa estava afastado. Quem sabe a virada?

Não. Reyna para Haaland. Gol. Belo gol.

Um trio alegre, rápido e efetivo. Com auxílio de Hakimi, veterano de 21 anos.

Na volta, Neymar precisa de parceiros. Mbappé e Icardi, pelo menos.

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