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Presidente da Federação Pernambucana de Futebol defende tiros em torcedores

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

05/02/2020 16h36

A violência das torcidas organizadas é um fato. Precisa ser combatida, sem generalizações.

Muita coisa foi feita, sempre tendo a repressão como norte.

Repressão aos torcedores e ao futebol. Torcida única, proibição de festa na chegada dos clubes, nada de bandeiras...

Agora, o presidente da Federação Pernambucana de Futebol, lamenta não ser possível concretizar um assassinato em massa contra torcedores.

Foram suas palavras ao analisar a briga entre torcedores do Sport e do Santa Cruz. O nome dele é Evandro Carvalho.

"Eles são um câncer que não conseguimos resolver. Atribuo a culpa exclusivamente ao Congresso Nacional. Com essas leis frouxas, inadequadas, nós ficamos reféns dos marginais. São criminosos que se utilizam do evento do futebol ou da existência de uma entidade para extravasar essa chaga social. A Polícia Militar precisa ser elogiada.

Eu lamento apenas que ela tenha atirado para cima. O ideal é que tivessem atirado neles. Teríamos hoje 30, 40 bandidos a menos. Infelizmente, nós temos essa defasagem que o presidente (Jair) Bolsonaro ainda não conseguiu fazer, que seria ter pena de morte. Esse tipo de gente precisa ser executado. A PM não pode bater porque senão será processada. Não podem nem botar eles no sol no Quartel do Derby, para lavar banheiro e capinar. Na verdade, nós temos que tratar eles com cafezinho e água, respeitando o pseudo direitos humanos que eles têm", afirmou Evandro.

As declarações foram feitas aos jornais pernambucanos.

Assassinato contra torcedores violentos?

A espiral da violência iria aumentar, sem dúvida alguma.

Mas é impossível entender como essas pessoas não são presas, ou, pelo menos, impedidas de comparecer aos estádios.

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