Mauro Cezar Pereira

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Apequenado, na crise sem fim, Vasco chega a 8 gols sofridos em 2 jogos

As pessoas já encaram com normalidade. O Vasco perder não surpreende, era assim antes de virar sociedade anônima do futebol, continuou sendo depois da transformação e segue a mesma coisa com a crise que afastou do controle os donos da SAF.

Trata-se de um apequenamento que vem de 2008 ano do primeiro rebaixamento vascaíno. O clube que figura entre os cinco mais populares do país segue numa queda vertiginosa, alternada com momentos de eventual recuperação cada vez mais raros.

O Palmeiras fez 2 a 0, antes o Flamengo fez 6 a 1, já houve os 4 a 0 impostos pelo Criciúma, a eliminação categórica do carioca pelo Nova Iguaçu, o sofrimento na Copa do Brasil diante do Água Santa. Tudo isso em 2024, com menos de meia temporada.

As perspectivas são ruins em meio à crise política entre a associação, o clube, e a empresa que comprou o futebol do Vasco da Gama, a 777 Partners. O cenário é angustiante, nem a SAF resolveu, resta saber como o clube vai sair dessa crise sem fim. Sairá?

Opinião

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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