PUBLICIDADE
Topo

Receba os novos posts desta coluna no seu e-mail

Email inválido
Seu cadastro foi concluído!
reinaldo-azevedo

Reinaldo Azevedo

mauricio-stycer

Mauricio Stycer

josias-de-souza

Josias de Souza

jamil-chade

Jamil Chade

Mauro Cezar Pereira

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Com adversários risíveis, Palmeiras não mede o seu futebol na Libertadores

Rony, do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Deportivo Táchira na Libertadores: 4 a 1 - Marcello Zambrana/AGIF
Rony, do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Deportivo Táchira na Libertadores: 4 a 1 Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
Conteúdo exclusivo para assinantes
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

25/05/2022 03h46

O Independiente Petrolero levou 13 gols do Palmeiras. Treze gols! Oito de uma só vez, após abrir o placar no Allianz Parque. Na noite de terça-feira, mais sete, isso mesmo, o time boliviano tomou de 7 a 0 do Emelec, que apresenta nessa temporada uma de suas equipes mais fracas em anos.

Qual o nível técnico desse time? "Ah, mas foi campeão da Bolívia". Sim, numa situação rara, circunstancial, mas chegou à Libertadores já enfraquecido e, independentemente do que tenha feito no certame de seu país, basta olhar para o campo e ver o quão fraco, fraquíssimo é.

A fartura de vagas na competição internacional mais importante da América do Sul gera esse tipo de situação. Hoje, tecnicamente, os times peruanos não poderiam ter mais do que uma vaga e até os tradicionais uruguaios são bem questionáveis. E o que se vê: disparidade técnica.

A partir daí, vem a falta de competitividade. O Palmeiras, sortudo, bateu recordes na fase de grupos encarando os dois times mais vazados nessa etapa do certame. Sim, pois se o Petrolero levou 26 gols, o Deportivo Táchira tomou 14. É a segunda pior defesa até o momento.

O nível de determinadas equipes na Libertadores é tão ruim que a competição não mede o futebol do seu atual bicampeão. Para sabermos como anda jogando o time de Abel Ferreira, temos que olhar para o Brasileiro, para a final Paulista, para os clássicos. Jogos minimamente competitivos.

Som, pois na competição da Conmebol existem times que não jogariam os campeonatos estaduais de maneira minimamente aceitável. Com muitos participantes ruins, a Libertadores precisa de algum controle de qualidade, porque esse inchaço a desvaloriza. E precisa disso com urgência.

Siga Mauro Cezar no Twitter

Siga Mauro Cezar no Instagram

Siga Mauro Cezar no Facebook

Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube