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Mauro Cezar Pereira

ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

O jogo da "trocação" Bahia x Galo pode ser traduzido como jogo da bagunça

Savarino e Juninho Capixaba disputam - Jhony Pinho/AGIF
Savarino e Juninho Capixaba disputam Imagem: Jhony Pinho/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

05/08/2021 00h42

No primeiro tempo o Atlético sequer finalizou no alvo. E foi para o intervalo perdendo por 2 a 0. O resultado parcial daria ao Bahia a chance de decidir a vaga nas quartas de final da Copa do Brasil nos pênaltis.

O gol de Vargas na segunda etapa recolocou o Galo no caminho da vaga. E a partida foi se transformando pouco a pouco. Virou o que o técnico atleticano, Cuca, costuma chamar de jogo de "trocação".

O que ele tenta dizer com tal expressão oriunda do universo das lutas? Simples: que as duas equipes estão se agredindo de forma franca, ou seja, não se defendem organizadamente e atacam de qualquer jeito.

Foi o que se viu na segunda metade do segundo tempo. A bola ia e voltava de um ataque ao outro em segundos. E nada mais aconteceu. O jogo mostrou que são dos times que poderiam e deveriam ser mais bem treinados.

Dado Cavalcante não tira do Bahia o que o elenco, em tese, pode oferecer dentro de sua realidade. O mesmo vale para Cuca no Galo até aqui, com jogo coletivo aquém e individualidades decidindo.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL