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Mauro Cezar Pereira

ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Flamengo volta a vencer por 4 a1. Placar igual com reações muito diferentes

Jogadores comemoram o segundo gol - Mateus Bonomi/AGIF
Jogadores comemoram o segundo gol Imagem: Mateus Bonomi/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

22/07/2021 10h45

A vitória do Flamengo sobre o Defensa y Justicia por 4 a 1 deixou o torcedor empolgado. Com motivos para tanto. Curiosamente o placar foi idêntico ao da partida contra o Unión La Calera, também tendo o time carioca como mandante. Mas as reações de parcela dos rubro-negros foram bem diferentes.

Não foram poucas as (duríssimas) críticas ao time e ao então treinador porque, no segundo tempo, depois de amplamente dominado, o vice-campeão chileno alcançou seu gol. O placar chegou a ficar em 2 a 1 por 22 minutos, mas em momento algum a equipe brasileira foi realmente ameaçada.

Na goleada sobre o Defensa y Justicia, o Flamengo sofreu o empate ainda no primeiro tempo em jogada que, injustamente, quando acontece tem a responsabilidade atribuída ao treinador. Renato Gaúcho Portaluppi não teve culpa alguma na falha de Diego Alves com Diego Ribas. Erro dos atletas!

O placar ficou empatado por 25 minutos, dos 41 da primeira etapa aos 21 do segundo tempo. Depois o Flamengo deslanchou, como contra o La Calera. Festa, e só. Boas vitórias recebidas de maneira distinta por torcedores. Coisa estranha que mais parece tema para análise psicológica do que esportiva.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL