PUBLICIDADE
Topo

Mauro Cezar Pereira

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Com jogo coletivo pobre, Argentina segue esperando Messi resolver sozinho

Lionel Messi disputa a bola com Mena - JUAN MABROMATA/AFP
Lionel Messi disputa a bola com Mena Imagem: JUAN MABROMATA/AFP
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

03/06/2021 23h23

Uma das perguntas que mais se repetem há décadas é: "Como a Argentina tem tantos bons jogadores e Messi, mas não consegue montar uma seleção que jogue bem, um time forte?"

A resposta passa pela velha e aparentemente eterna confusão que habita a AFA, a CBF de lá. E por técnicos abaixo do que precisaria a equipe albiceleste.

Sim, há bons técnicos argentinos, mas eles trabalham em clubes, europeus inclusive. E não têm interesse em comandar a seleção. Tanto que um novato está no cargo.

No primeiro momento Lionel Scaloni funcionou como um pacificador. Argentina veio em crise ao Brasil e fez aceitável Copa América, mas hoje o que se vê é um time que não cria.

É Messi tentando resolver sozinho e Lautaro perdido lá na frente em uma equipe coletivamente paupérrima, ou seja, muito pouco, ou nada. No empate (1 a 1) com o envelhecido Chile, foi o que se viu.

Ainda há tempo de os cartolas argentinos fazerem alguma, mas isso não deve ocorrer. Pelo menos até a equipe protagonizar algumas derrotas e a pressão crescer. De qualquer forma, hoje o trabalho de Scaloni parece ter alcançado seu limite.

Siga Mauro Cezar no Twitter

Siga Mauro Cezar no Instagram

Siga Mauro Cezar no Facebook

Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL