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Mauro Cezar Pereira

Corinthians mostra a Fla, Santos e São Paulo como não enfrentar o Palmeiras

Jogadores do Palmeiras comemoram gol - Marcello Zambrana/AGIF
Jogadores do Palmeiras comemoram gol Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

19/01/2021 04h00

O clássico da noite de segunda-feira no Allianz Parque teve mais posse do Palmeiras, como no primeiro tempo de sexta-feira diante do Grêmio. Mas os gols e outras boas situações criadas pelo time de Abel Ferreira aproveitaram os enormes espaços cedidos pela equipe de Vágner Mancini

No lance que abriu o placar, ótima jogada feita por dentro diante de marcação mais frouxa do Corinthians, que a exemplo dos 5 a 1 sofridos para o Flamengo, parecia crer que poderia jogar de igual para igual com seu grande rival. Levou de 5 a 1 dos rubro-negros, tomou de 4 a 0 desta vez.

Zé Rafael para Willian e daí, ótimo passe, para Raphael Veiga: 1 a 0. Isso com o palmeirense finalizando com certa liberdade dentro da área. Depois, três gols nos quais o Palmeiras, normalmente reativo do Abel, aproveitou os enormes latifúndios cedidos atrás da linha defensiva corintiana.

Mesmo tendo maior controle da pelota, a vocação desse Palmeiras é essa. Adora os espaços e sabe aproveitá-los. Quando o River Plate os concedeu, levou 3 a 0 na Argentina, quando os evitou, venceu no Brasil. Desta vez foi o Corinthians quem pagou pra ver. Se deu mal.

O repertório do time treinado pelo português vai sendo ampliado, mas sem perder sua característica principal. O time que não conseguia ter a bola para cadenciar e esfriar o jogo diante do River, já mostrou evolução contra Grêmio e Corinthians. Mas sua arma mortal segue a mesma.

Um claro alerta para o Flamengo, adversário de quinta-feira em Brasília, Santos, dia 30 na final da Libertadores, São Paulo, que receberá o campeão paulista em 7 de fevereiro. Ai de quem conceder fartos, generosos espaços para o Palmeiras, vivo nas três competições que disputa.

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