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Mauro Cezar Pereira

Advogados de Robson querem que Bolsonaro apoie pedido de clemência à Rússia

Robson está preso há 672 dias -                                 REPRODUÇÃO / TWITTER
Robson está preso há 672 dias Imagem: REPRODUÇÃO / TWITTER
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

18/01/2021 12h28

Os advogados de Robson Oliveira, preso na Rússia desde 19 de março de 2019, decidiram não pedir sua transferência para cumprir pena no Brasil. Motivo: se ele voltasse para o país, teria que dar entrada em uma penitenciária e seria necessário solicitar ao juiz federal a progressão de pena e a consequente liberdade. Ele completou 672 dias detido em solo russo.

O brasileiro retornaria ao país na condição de condenado, em processo de transferência que poderia demorar de três a cinco meses. Por isso, resolveram pedir o perdão do governo russo. "Será muito importante a atuação do Itamaraty e do Presidente Bolsonaro nesse pedido de clemência", ressalta Olímpio Soares, advogado do ex-funcionário do jogador Fernando, hoje atuando no futebol chinês.

Caso o governo de Moscou não conceda o perdão até junho, os advogados de Robson pedirão a liberdade pelo tempo já cumprido. O advogado russo do brasileiro, Pavel Gerasimov calcula que, neste caso, na metade do ano ele poderia voltar ao Brasil, no entanto, a priori tendo que se apresentar a uma penitenciária.

Robson portava duas caixas de Mytedom 10mg (cloridrato de metadona) destinadas ao sogro do atleta, William Pereira de Faria, a quem médicos no Brasil receitavam a medicação para combater dores na coluna. Em 2019 ele foi para lá trabalhar como motorista da família do volante, junto com Simone, sua companheira, que era a cozinheira. Ambos viajaram para viver e trabalhar na casa de Fernando, contratado por seus familiares.

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