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Mauro Cezar Pereira

Flamengo perde 2 pênaltis e é humilhado por um São Paulo impecável: 4 a 1

Reinaldo e Daniel Alves comemoram gol do São Paulo contra o Flamengo: 4 a 1 em jogo com dois pênaltis perdidos - Jorge Rodrigues/AGIF
Reinaldo e Daniel Alves comemoram gol do São Paulo contra o Flamengo: 4 a 1 em jogo com dois pênaltis perdidos Imagem: Jorge Rodrigues/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

01/11/2020 18h07

Quando o Flamengo de Domènec Torrent perde, perde bem perdido. Depois de 12 jogos sem derrota, série iniciada após os 5 a 0 aplicados pelo Independiente Del Valle, em Quito, pela Copa Libertadores, o time carioca desperdiçou a chance de liderar o Campeonato Brasileiro. Desperdiçou dois pênaltis e levou uma goleada do São Paulo no Maracanã: 4 a 1.

A equipe do técnico de Fernando Diniz tem uma diferença básica em relação aos atuais times do Corinthians e do Palmeiras: é capaz de fazer jogos realmente bons, embora os alterne com partidas estranhas e derrotas inexplicáveis como a sofrida para o Lanús, na quarta-feira, pela Copa Sul-americana. E mostrou isso mais uma vez desde o primeiro tempo.

Embora cedo tenha sofrido o gol de Pedro, centroavante capaz de encontrar soluções em jogadas nas quais as condições não são as mais favoráveis, o time tricolor manteve sua postura, buscou o empate em jogada na qual Bruno Henrique não acompanhou Tchê Tchê, que marcou. E chegou à virada com o gol de Brenner, em falha grave de Gustavo Henrique.

Antes, outro Henrique, o Bruno, perdera o pênalti claro que a arbitragem de Caio Augusto Max Ribeiro (RN) marcou com auxílio do homem do VAR, Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN) (precisava?). Difícil entender porque o camisa 27 tem a missão de cobrar as penalidades máximas na ausência de Gabigol. Há um ano, ele desperdiçara nos 4 a 1 sobre o Corinthians, mas fez no rebote. Desta vez não houve segunda chance.

No segundo tempo novo pênalti muito claro só foi marcado com auxílio do vídeo, outra vez Gustavo Henrique foi o vilão rubro-negro. Reinaldo ampliou. O campeão brasileiro teve a chance de descontar e nova penalidade máxima, perdida por Pedro, com mais uma defesa de Tiago Volpi. O goleiro ainda faria o lançamento para o tento e Luciano, que explorou falha de Natan.

Se o dever de casa de Diniz passa pela regularidade que o São Paulo não costuma apresentar, o de Dome é a retaguarda, que erra seguidas vezes e de diferentes maneiras. Foi assim contra o Internacional, quando reagiu e empatou, diante do Athletico, quando Hugo Souza salvou, e neste domingo, quando levou mais uma goleada. E essa foi histórica!

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