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Alguns cartolas envergonham o torcedor do Fla. Garotos devolveram o orgulho

Pedro comemora gol de empate do Flamengo contra o Palmeiras: time esfacelado foi ao Allianz Parque  - Marcello Zambrana/AGIF
Pedro comemora gol de empate do Flamengo contra o Palmeiras: time esfacelado foi ao Allianz Parque Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

27/09/2020 18h47

Alguns dirigentes do Flamengo têm dado motivo de sobra para envergonhar o torcedor. Pela forma como trataram os familiares dos garotos mortos no incêndio do CT, devido à maneira como encaminharam a premiação dos funcionários em meio à disputa do Mundial de Clubes da Fifa. Pela demissão de um fotógrafo na sexta-feira, pela maneira como insistiram em voltar com o futebol e, nos últimos dias, pegaram a contramão, tentando evitar o confronto do time esfacelado com o Palmeiras inteiro e em casa.

Nos 90 minutos de futebol no Allianz Parque, os meninos que sobraram para ir a campo deixaram orgulhosos os rubro-negros. Acompanhados por Thiago Maia, Pedro, Gérson e Arrascaeta (que atuação!), foram mais do que dignos Hugo Souza, Yuri de Oliveira, Otávio, Natan, Ramon, Guilherme Bala, Richard Rios, Lázaro. O goleiro rubro-negro foi destaque, com duas grandes defesas, mas isso não significa que Weverton tenha feito um jogo tranquilo. O Flamengo criou, finalizou, jogou. E bem.

Ficou ainda mais claro o quão ruim, pífio mesmo, é o trabalho de Vanderlei Luxemburgo no Palmeiras. Se alguém tinha dúvidas, não é possível que elas ainda resistam. Ligações diretas, bolas longas, fragilidade pelos lados e uma grande coleção de empates no Campeonato Brasileiro. São sete em 11 jogos, quatro vitórias e nenhuma derrota. Pouco, muito pouco. E um futebol pobre que evidencia um time mal treinado. Com o que não joga, o elenco palmeirense é o maior desperdício de material humano da Série A.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL