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Mauro Cezar Pereira

Renato reclama de Jesus, mas Grêmio agradecerá se o Benfica levar Cebolinha

Renato Gaúcho, técnico do Grêmio - GettyImages
Renato Gaúcho, técnico do Grêmio Imagem: GettyImages
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

06/08/2020 20h18

Renato Gaúcho Portaluppi não esquece Jorge Jesus. Depois de mais uma vitória sobre o Internacional, a terceira em quatro confrontos desde que o argentino Eduardo Coudet assumiu o comando do rival, o técnico do Grêmio voltou a reclamar do português. "O Everton se comportou muito bem desde segunda-feira. A coisa que me aborreceu foi o Jorge Jesus ter telefonado para o jogador", reclamou.

Pode até ter alguma razão o treinador tricolor, mas há um exagero contraditório, digamos, quando ele mesmo elogia a conduta do atacante, que por sinal deu início à jogada do segundo gol gremista nos 2 a 0 de quarta-feira sobre o time colorado. Se o próprio atleta não demonstrou qualquer alteração em seu comportamento em campo, o telefonema não foi tão nocivo assim.

Alem disso, o Grêmio assumidamente quer negociar o jogador, precisa de dinheiro, e o negócio não foi fechado antes devido à falta de ajustes financeiros inerentes a uma negociação desse tipo. Se Renato reclama de Jesus, caso a proposta chegue ao que é desejado, haverá no clube quem a ele agradeça por pedir ao Benfica, seu novo/velho clube, que o contrate.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL