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Mauro Cezar Pereira

Palmeiras mais pressionado para vencer final paulista contra o Corinthians

Palmeiras e Ponte Preta na semifinal  - ANDERSON LIRA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
Palmeiras e Ponte Preta na semifinal Imagem: ANDERSON LIRA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

02/08/2020 20h54

Em 2018 o Palmeiras venceu o Corinthians na primeira partida decisiva do Campeonato Paulista. O título que o clube não ganha há 12 anos parecia certo na volta, em casa, mas o time perdeu para o rival nos 90 minutos e nos pênaltis. Festa corintiana no estádio onde só havia torcedores palmeirenses. A repetição de roteiro parecido em 2020 teria graves efeitos colaterais.

Depois daquela final polêmica, mais seis confrontos aconteceram entre os eternos adversários, o Palmeiras venceu apenas um, no Campeonato Brasileiro do mesmo ano, empatou dois e perdeu três, inclusive o mais recente, há menos de duas semanas, em Itaquera. E o Corinthians estava pendurado, se não vencesse estaria fora da competição antes mesmo da fase de mata-mata.

Os palmeirenses perderam a chance de despachar os rivais, que mesmo jogando partida fraca, passaram pelo Mirassol, que eliminara o São Paulo quatro dias antes. Os corintianos vão para a decisão mais à vontade, cientes de que uma derrota não deverá ter as mesmas consequências temidas pelo outro lado. O campeonato pode não ser o mais importante, mas a rivalidade amplifica o peso do duelo final. Ainda mais para quem tem perdido o duelo.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL