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Marcel Rizzo

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Presidente da Fifa troca Palmeiras x Flamengo por homenagem a Maradona

Gianni Infantino esteve no Maracanã em julho para a final da Copa América - Thomas Peter/Reuters
Gianni Infantino esteve no Maracanã em julho para a final da Copa América Imagem: Thomas Peter/Reuters
Marcel Rizzo

Marcel Rizzo - Formado em jornalismo em 2000 pela PUC Campinas, passou pelas redações do Lance!, Globoesporte.com, Jornal da Tarde, Portal iG e Folha de S. Paulo, no qual editou a coluna Painel FC. Cobriu Copas do Mundo, Olimpíada e dezenas de outros eventos esportivos.

Colunista do UOL

26/11/2021 10h30

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, não estará neste sábado (27) no estádio Centenário, em Montevidéu, para ver a final da Libertadores entre Palmeiras x Flamengo. A direção da Conmebol contava com sua presença.

Infantino optou por estar na Europa e participar, neste domingo (28), de uma homenagem que será feita a Diego Maradona em Nápoles, na Itália, antes da partida entre Napoli e Lazio, pelo Campeonato Italiano. Na quinta-feira (25) fez um ano da morte do craque argentino.

A coluna apurou que para representar Infantino a Fifa enviará ao Uruguai o secretário-geral adjunto Mattias Grafsrom. A presença do chefe da Fifa era esperada principalmente depois que ele esteve na terça-feira na decisão da Liga dos Campeões da Ásia, equivalente à Libertadores, que foi disputada entre Al Hilal (Arábia Saudita) e Pohang Steelers (Coreia do Sul) em Riad, na Arábia Saudita. O Al Hilal venceu por 2 a 0.

No dia 30, próxima terça-feira, Infantino estará no Qatar, para a abertura da Copa Árabe, evento-teste da Copa do Mundo de 2022. O cartola esteve na final da Copa América de 2021, quando o Brasil perdeu por 1 a 0 para a Argentina no Maracanã. Em outubro fez um tour por cinco países da América do Sul (Colômbia, Equador, Venezuela, Chile e Argentina), em meio à campanha da Fifa por realizar a Copa do Mundo a cada dois anos, e não quatro como atualmente — ideia que a Conmebol rejeita.

Outra baixa no Centenário será do presidente da Uefa (União Europeia de Futebol), Aleksander Ceferin, aliado da Conmebol na rejeição à Copa bienal. Ele alegou problemas de saúde, mas enviará uma comitiva liderada pelo secretário-geral da entidade, Zvominir Boban. Um voo fretado sairá da Europa para a América do Sul com membros da Uefa.

O presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou, está confirmado na tribuna de autoridades e deve ver o jogo ao lado de Alejandro Dominguez, chefe da Conmebol. Mauricio Galiotte, presidente do Palmeiras, e Rodolfo Landim, do Flamengo, foram liberados a assistir ao jogo fora da tribuna de autoridades para "extravasarem as emoções" com maior privacidade. Sem vacina para covid-19, obrigatória para entrar no Centenário, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não estará no estádio.