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Julgamento libera Edenílson e Odair para defender o Inter na última rodada

Edenílson está apto a enfrentar o Paraná no próximo domingo, na Vila Camapema - RODRIGO ZIEBELL/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
Edenílson está apto a enfrentar o Paraná no próximo domingo, na Vila Camapema Imagem: RODRIGO ZIEBELL/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Marinho Saldanha

Do UOL, em Porto Alegre

27/11/2018 19h10

Julgados no STJD nesta terça-feira (27), Odair Hellmann e o volante Edenílson estão liberados para a última rodada do Brasileiro. Nenhum dos profissionais ou dirigentes do Inter pegou pena mais grave.

Edenílson, explulso contra o Vasco, pegou uma partida de suspensão e como já cumpriu a automática, poderá atuar. Já Odair Hellmann, o presidente Marcelo Medeiros, o médico Carlos Poisl, o vice de futebol Roberto Melo e o diretor executivo de futebol Rodrigo Caetano ou foram absolvidos ou receberam uma advertência apenas.

Relembre os casos:

Os julgamentos foram referentes aos jogos contra Santos e Vasco. 

No duelo contra os paulistas, em 22 de outubro, cuja polêmica ocorreu em razão do gol anulado de Leandro Damião após paralisação de seis minutos em que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro consultou auxiliares e acabou mantendo a decisão de invalidar o lance, Odair e Caetano são os alvos.

Ambos já haviam sido citados em súmula pelo árbitro da partida, que também participou de discussão ríspida na antessala dos vestiários depois do jogo.

O treinador foi incluso nos artigos 258 (assumir conduta contrária à ética desportiva) e 258-B (invadir local destinado a equipe de arbitragem) do CBJD. As penas aplicáveis eram de um a seis jogos de suspensão no primeiro artigo, e de uma a três partidas fora no segundo.

Já Rodrigo Caetano foi citado nos artigos 258, inciso segundo, 243-F e 254-A, que se referem a desrespeitar a arbitragem, ofender alguém em sua honra e praticar agressão física. No total, poderia pegar suspensão de 15 a 180 dias e uma multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.

Já na partida contra o Vasco, no Rio de Janeiro, em 26  de outubro, as reclamações voltaram-se ao pênalti marcado sobre Kelvin nos minutos finais de partida. Edenílson, que foi expulso, foi citado no artigo 243-F (ofender alguém em sua honra) e poderia pegar de um a seis jogos de suspensão.

Do Inter, ainda foram julgados no artigo 258, inciso segundo, que fala sobre 'desrespeitar a arbitragem', o médico Carlos Poisl, o presidente Marcelo Medeiros e o vice de futebol Roberto Melo. A punição ao trio era de 15 a 180 dias de afastamento.

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