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Ansioso por 1º título nacional, Lucas Lima espera "guerra" contra o Vasco

Lucas Lima é um dos palmeirenses que mais atuaram no Brasileiro, com 32 jogos - Miguel Schincariol/Getty Images
Lucas Lima é um dos palmeirenses que mais atuaram no Brasileiro, com 32 jogos Imagem: Miguel Schincariol/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

23/11/2018 12h43

Um dos principais nomes do Palmeiras no Campeonato Brasileiro e com passagens pela seleção brasileira, Lucas Lima está perto de conquistar seu primeiro título nacional na carreira. Caso o Verdão vença o Vasco no próximo domingo (25), o meia será campeão do principal torneio do país, adicionando mais uma taça ao currículo que conta com os Campeonatos Paulistas de 2015 e 2016 pelo Santos. E controlar a ansiedade é um dos principais desafios.

"Tenho tentado manter os pés no chão, com humildade, trabalhando ainda mais. Vim aqui porque sabia que aqui poderia brigar por títulos, então estou muito feliz. Claro, o ano não foi como queríamos em alguns campeonatos, mas não desistimos em nenhum momento e continuamos brigando pelo Brasileiro. Então é mérito do professor, mérito do grupo todo, que nunca desistiu, mesmo quando estivemos atrás utamos para chegar nessa possibilidade que estamos hoje. Temos que continuar com nosso foco, nosso trabalho, para fazer um grande jogo no final de semana e conseguir nosso objetivo", disse.

Com o Vasco brigando contra o rebaixamento e embalado por uma vitória sobre o São Paulo na última rodada, Lucas Lima espera uma partida complicada em São Januário. O time carioca tem 42 pontos, apenas quatro acima da zona da degola.

"Eles estão vivendo um momento muito difícil, sabemos disso, mas também sabemos que é muito difícil jogar contra o Vasco lá. Sabemos que vamos ter uma guerra, e eles estão ainda mais motivados pela vitória que tiveram. Mas temos nossas motivações, nossos objetivos, e vamos brigar por eles", disse o meia.

Presente em 32 das 36 partidas do Palmeiras até aqui no Brasileirão, sendo 24 como titular, Lucas também falou do rodízio de Felipão, que tem trocado a escalação a cada jogo. O meia admitiu que levou um tempo para se acostumar a ficar no banco mesmo após uma boa atuação, mas que a ideia vem funcionando. O treinador, aliás, já disse que vai manter esse esquema para o ano que vem.

"Acho que nossos jogadores já se acostumaram, é bom porque dá oportunidade a todos. É isso que muitos jogadores vinham cobrando no começo do ano. O professor conseguiu nessa mescla deixar todos motivados. Todo mundo tem que estar ligado, essa mexida dele ajudou nosso grupo a crescer, e vem dando certo. Jogando ou não, não só eu, mas todo o grupo está preparado para fazer seu melhor", concluiu.

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