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F1 coloca funcionários em licença e executivos cortam próprios salários

Chase Carey, diretor-geral da Fórmula 1 - Clive Mason/Getty Images
Chase Carey, diretor-geral da Fórmula 1 Imagem: Clive Mason/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

07/04/2020 10h02

A Fórmula 1 colocou metade dos funcionários em licença temporária durante a crise do coronavírus.

Enquanto isso, o diretor-executivo da modalidade, Chase Carey, anunciou que vai fazer um "corte voluntário significativo" em seu próprio salário para diminuir os custos.

Além disso, outros diretores e executivos também aceitaram cortar 20% dos salários.

Os funcionários afastados irão receber um auxílio ao trabalhador pago pelo governo do Reino Unido que vai cobrir até 80% do salário chegando a um valor máximo de 2.500 libras esterlinas (cerca de R$ 16 mil).

As equipes McLaren, Williams e Racing Point já anunciaram que até mesmo os pilotos terão cortes de salários.

A temporada da Fórmula 1 ainda não começou e já se encontra com duas corridas canceladas e outras seis adiadas. A previsão é de que a corrida do Canadá, marcada para acontecer em 14 de junho seja a primeira, mas a confirmação só deve acontecer depois do feriado da Páscoa.

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