Topo

Vitor Guedes

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Apito escandaloso muda caminho de Palmeiras e Flamengo na Libertadores

Observado por jogadores de River Plate e Vélez Sarsfield, Roberto Tobar analisa lance de gol no VAR; Vélez calssificiou após anulação absurda de gol do River - Marcelo Endelli/Getty Images
Observado por jogadores de River Plate e Vélez Sarsfield, Roberto Tobar analisa lance de gol no VAR; Vélez calssificiou após anulação absurda de gol do River Imagem: Marcelo Endelli/Getty Images

Colunista do UOL

12/08/2022 13h24Atualizada em 12/08/2022 16h46

Receba os novos posts desta coluna no seu e-mail

Email inválido

O Palmeiras, melhor campanha na fase de grupos da Libertadores e atual bicampeão continental, está na semifinal de forma justa e inquestionável.

O Flamengo, atual vice-campeão, não teve trabalho nenhum na fase de grupos, nas oitavas e nas quartas de final (VP facilitou tudo na ida com uma escalação inacreditável, quando barrou Fábio Santos na lateral e insistiu na aberração que é Cantillo de 5) e é semifinalista sem qualquer contestação.

Dito isso, com todas as letras, em português, para não deixar nenhuma dúvida que não se questiona o mérito alviverde e rubro-negro, é preciso registrar que o caminho de ambos até Guayaquil, se confirmado, foi alterado por erros crassos, absurdos e escandalosos do apito padrão Conmebol, uma CBF tamanho continente.

Vamos lá: o Palmeiras vai encarar o Athletico-PR e não o Estudiantes porque o time de La Plata teve um gol escandalosamente mal anulado contra o Furacão. Um absurdo completo. Vale registrar que o erro foi do juiz de campo: o VAR, até chamou, mas não serviu para nada e o árbitro brigou com as imagens e com os fatos e manteve a anulação. Na ida, o Atheltico-PR reclamou, sem razão, da anulação de um pênalti marcado para si.

E o Flamengo só vai pegar o Vélez Sarsfield porque o lixo do VAR, de forma intervencionista, bizarra e equivocada, chamou o juiz e não deixou o jogo ser reiniciado até conseguir anular o gol do River Plate por uma suposta mão na bola que não fica claro em nenhum momento. Um escândalo.

No país e no mundo da indignação seletiva, é preciso registrar que dois argentinos, tradicionais e campeões continentais, foram tirados da competição pelo apito, lixo do VAR incluso, que ora criou erro novo, ora não serviu para corrigir erro do campo. Viva a memória!

Isso não significa que há um complô para os brasileiros nem que os argentinos nunca foram ajudados. É só lembrar como Carlos Amarilla operou o Corinthians e o que fez Ubaldo Aquino contra o Palmeiras, ambos em favor do Boca Juniors. Viva a memória!

A arbitragem, pois, sempre operou como quis na América do Sul. E o VAR, ao contrário do que defendido por muitos (essa culpa eu não carrego), não melhorou em nada o cenário. Ao contrário, são mais pessoas influenciando na partida...

Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É nóis no UOL!

Veja:

E me siga no Twitter e no Instagram.