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Vitor Guedes

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Galo joga mal, Hulk perde pênalti, Allan é expulso... E o 1 a 1 é ótimo!

Jackson Rodriguez, do Emelec, disputa bola com Ademir, do Atlético-MG, pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores - RODRIGO BUENDIA / AFP
Jackson Rodriguez, do Emelec, disputa bola com Ademir, do Atlético-MG, pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores Imagem: RODRIGO BUENDIA / AFP
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Vitor Guedes

Vitor Guedes é jornalista e professor universitário pós-graduado em Português, Língua e Literatura pela UMESP, autor do livro "Paixão Corinthiana", com passagens por Jovem Pan, Lance!, Site do Corinthians, BandNews FM, Agora São Paulo, FAPSP e UNG. Com Copas do Mundo, Mundial Libertadores, Brasileiros e dezenas de Paulistas no currículo, Vitor Guedes é 1977, pai do Basílio, ZL e, atualmente, é colunista do UOL Esporte e comentarista do Baita Amigos no Bandsports

Colunista do UOL

28/06/2022 21h10Atualizada em 28/06/2022 22h52

Quando as oitavas de final foram sorteadas, muitos (eu também) cravaram Atlético-MG e Palmeiras nas quartas de final da Copa Libertadores. O tempo passou, o Galo, mais, e o Verdão, menos, oscilaram, mas a verdade é que a semifinal da Libertadores passada deve mesmo se repetir nas quartas deste ano.

A situação seria ainda mais fácil se Ademir, que abriu o placar para o Galo na primeira etapa, não tivesse perdido cara a cara o 2 a 0 no ataque anterior aos olhos de lince e caseiro do VAR caçar uma penalidade para o Emelec.

E, no pior estilo Conmebol, após arranca-rabo e troca de inteligência entre Allan e Jackson Rodríguez, o soprador de apito Fernando Rapallini foi chamado ao VAR e, novamente de forma extremamente caseira, amarelou para o atleta do Emelec e avermelhou para o volante do Galo quando o óbvio era mandar os dois para o chuveiro.

E o Galo teve chance de vencer mesmo com um a menos, mas Hulk, que sofreu pênatlli em puxão de Marlon Mejía, recuou para o goleiro Pedro Ortiz: 1 a 1.

O futebol do Atlético-MG do Turco Mohamed, mais uma vez, ficou abaixo do jogado nos melhores momento da era Cuca. Mas a bolinha foi suficiente para trazer o empate do Equador. E, no Mineirão, lotado, o Emelec não tem bola para complicar. A chance, mínima dos equatorianos, passava por uma improvável vitória em casa.

Resumindo, a torcida atleticana tem motivos para estar de bico, vai cornetar com razão o desempenho da equipe e a falta de evolução e variação tática de Mohamed, mas, à vera, o Galo vai ter que jogar muito mais bola na revanche contra o atual bicampeão da América.

O palmeirense Abel Ferreira, que enfrentou o Emelec na fase de grupos, até gostaria de repetir o enfrentamento internacional, mas, após passar pelo Cerro Porteño, vai mesmo encarar o Galo.

Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É nóis no UOL!

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