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Augusto Melo mostra não entender a função de um CEO ao chamar Marcelo Paz

O Corinthians é muito grande e Marcelo Paz está grande demais, para ser CEO do Corinthians.

Parece contraditório e é óbvio que o clube é maior do que qualquer dirigente.

Mas Marcelo Paz ganhou um protagonismo na política do futebol brasileiro e deve ter um papel de liderança na virada necessária com criação da Liga e reforma da CBF, a ponto que ficou gigante para ser o principal executivo corintiano.

Para concordar com esta teoria é preciso entender o que faz um CEO, o que Augusto Melo parece não compreender. Ou, pelo menos, parece estar mais à procura de um escudo do que de um diretor-executivo.

O CEO (Chief Executive Officer) é o principal executivo de qualquer empresa. Ou seja, executa o planejamento estratégico. O Flamengo tem o seu, Reinaldo Belotti. O Palmeiras também tem, Cristiano Koehler. Você sabia ou conhecia seus nomes? Não se trata da liderança política de Rodolfo Landim ou Leila Pereira. A função é diferente, o presidente está acima hierarquicamente, mas o diretor-executivo é, muitas vezes, a razão de as receitas crescerem e os parceiros se multiplicarem.

Marcelo Paz é brilhante, mas ganhou relevância demais para ser o CEO do Corinthians. Para esta função, alguém competente e discreto. O problema é que a direção corintiana, hoje, procura mais de um nome que a proteja do que de um executivo que organize o futuro do clube.

Opinião

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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