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Diniz quase passou no teste, mas ainda não foi desta vez

Fernando Diniz, técnico do São Paulo, durante partida contra o Água Santa - Marcello Zambrana/AGIF
Fernando Diniz, técnico do São Paulo, durante partida contra o Água Santa Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
Arnaldo Ribeiro e Eduardo Tironi

Dar continuidade, atualizar e incrementar o "Posse de Bola" com informações quentes e análises ao longo da semana -- com a chancela da dupla que criou o Podcast, trabalhou junta desde os primórdios no Notícias Populares, passando pela ESPN, e hoje tem um canal no Youtube.

02/03/2020 04h00

Contra a Ponte Preta, o São Paulo teve praticamente 1h de futebol irrepreensível. Volume de jogo, troca de passes, chances criadas, variações, tabelas e dois gols.

O que se insinuava uma goleada, porém, ficou no quase. A partir da primeira alteração, a troca de Pablo por Hernanes, o time perdeu quase tudo o que tinha. E, com um jogador a menos, por pouco não cede o empate para o adversário.

Era jogo para 4 x 0, 5 x 0 e foi apenas 2 x 1.

Diniz citou relaxamento e disse que o fim de jogo da equipe foi injustificável. Ele tem razão, mas sua responsabilidade na queda de rendimento é grande também.

A troca de Hernanes por Pablo, que jogava bem, é igualmente injustificável. O time perdeu agressividade, movimentação, mobilidade. Diniz não corrigiu o erro depois.

Com um bom banco de reservas, o acerto nas trocas é fundamental . E o técnico são-paulino, ao eleger Hernanes como seu primeiro reserva, tem se equivocado bastante.

Diniz ainda não passou totalmente no teste, embora sua equipe mostre sinais de evolução desde o ano passado.

A prova de fogo vem em março, a partir da próxima quinta, com Libertadores e a reta final do Paulista. Você confia que Fernando Diniz passará enfim no teste? (Por Arnaldo Ribeiro)

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