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Luan: não basta ser corintiano para ser ídolo do Corinthians

Arnaldo Ribeiro e Eduardo Tironi

Dar continuidade, atualizar e incrementar o "Posse de Bola" com informações quentes e análises ao longo da semana -- com a chancela da dupla que criou o Podcast, trabalhou junta desde os primórdios no Notícias Populares, passando pela ESPN, e hoje tem um canal no Youtube.

06/02/2020 10h04

Qual o verdadeiro Luan: aquele da estreia iluminada na Flórida Cup, com gols e brilho imediato; ou o jogador apático, que sucumbiu à marcação paraguaia do Guarani no jogo crucial da Pré-Libertadores?

Luan é um pouco dos dois. A grande contratação do Corinthians para a temporada até o momento é um jogador peculiar. Genial em alguns momentos, disperso em muitos outros. Não é constante, não é protagonista, não vai ser aquele que num ano especial decidiu uma Libertadores para o Grêmio.

Luan é corintiano desde moleque, mas não tem o perfil de ídolo da Fiel. Não é raçudo, não dá carrinho, não é midiático, não é explosivo, não transpira. Nada indica que vai mudar esse perfil agora, já na fase madura da carreira.

Luan precisa de ajuda, dentro e fora de campo, para triunfar no Corinthians. Dentro, precisa de companhia criativa. Não pode ser o único responsável pela criação, não pode ser o único capaz de arriscar. Pode fazer uma boa dupla com Pedrinho em algumas partidas, antes do garoto se mandar para o Benfica de Portugal? Pode. Deve.

Fora de campo, Luan precisa de respaldo e compreensão.

Caso contrário vai virar alvo fácil e principal, sempre que o time não funcionar. (Por Arnaldo Ribeiro)

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