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Sebastian Vettel ainda não tem contrato para 2022, mas deve seguir na Aston

Vettel, com camiseta de apoio à causa LGBTQIA+, antes do GP da Hungria, em Budapeste - Reprodução
Vettel, com camiseta de apoio à causa LGBTQIA+, antes do GP da Hungria, em Budapeste Imagem: Reprodução
Julianne Cerasoli

Fã de Fórmula 1 desde a infância, Julianne Cerasoli nasceu em Bragança Paulista (SP) e hoje vive em Londres (Inglaterra). Atua como jornalista desde 2004, tendo trabalhado com diversos tipos de mídia ao longo dos anos, sempre como repórter esportiva e com passagem como editora de esportes do jornal Correio Popular, em Campinas (SP). Cobrindo corridas in loco na Fórmula 1 desde 2011, começou pelo site especializado TotalRace e passou a colaborar para o UOL Esporte em 2015, e para sites e revistas internacionais. No rádio, é a repórter de Fórmula 1 da Sistema Bandeirantes de Rádio desde 2017, e também faz participações regulares no canal Boteco F1, o maior dedicado à categoria no YouTube. Em 2019, Julianne criou o projeto No Paddock da F1 com a Ju, na plataforma Catarse, em que busca aproximar os fãs da Fórmula 1 por meio de conteúdo on demand e podcast exclusivo com personagens da categoria. Neste espaço: Única cobertura in loco de toda a temporada da Fórmula 1 na mídia brasileira, com informações de bastidores, entrevistas exclusivas, análises técnicas e uma pitada de viagens.

Colunista do UOL

10/09/2021 06h19

Depois dos vários anúncios do mercado de pilotos da Fórmula 1 para 2022 na última semana, uma das dúvidas que ainda restam é sobre o futuro de Sebastian Vettel. O alemão ainda não tem contrato para o ano que vem, mas o anúncio deve ser uma questão de tempo e deve ser feito após o GP da Itália que está sendo realizado neste fim de semana.

Vettel, que tem 34 anos, não fala sobre o futuro, mas se diz contente com o caminho da equipe, que está se preparando bem para a temporada 2022, quando a F1 passa por uma extensa mudança de regulamento. Eles têm contratado profissionais de equipes grandes, especialmente a Red Bull, e estão construindo uma nova fábrica, que promete ser a mais moderna da F1.

"Acho que, no geral, eu nunca falei muito sobre contratos. Acho que também diz no meu contrato que não se deve falar, então sinto que não dá para dar mais detalhes", disse Vettel em Monza.

"Como eu disse, estamos falando um com o outro. Realmente gosto de trabalhar com a equipe. Acho que o clima é ótimo e acredito que o futuro da equipe é muito, muito bom. Não estou preocupado. Sinto que teremos uma resposta logo."

Do lado da equipe, o chefe de Vettel, Otmar Szafnauer, explicou em Zandvoort que o contrato é de um ano somado a mais um "e há algumas datas dentro do contrato em que temos que tomar decisões. Estas datas não chegaram ainda, então é um processo normal."

"Nada é complicado, e não há nenhuma questão condicional. É uma janela em que as duas partes vão discutir o futuro. Há uma janela e um prazo, e isso não está longe de chegar."

Quando Szafnauer fala que não há uma questão condicional, ele se refere a cláusulas que são comuns na F1 e que têm relação ao desempenho. Como por exemplo, determinar que a renovação de um contrato é automática se a equipe estiver em determinada posição no mundial de construtores.

No caso da Aston Martin, eles estão em sétimo lugar no campeonato, a 31 pontos da AlphaTauri.

Embora as versões de Vettel e da equipe batam, o UOL Esporte apurou em Monza que a Aston Martin de fato sondou a posição de Fernando Alonso para o lugar de Vettel, em que pese as negativas do time à imprensa. Mas o espanhol renovou seu contrato com a Alpine.

A Fórmula 1 corre em formato diferente neste fim de semana, com o sprint de 18 voltas no sábado definindo o grid de largada. E as posicões do sprint serão definidas na classificação desta sexta, a partir das 13h pelo horário de Brasília.