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Olhar Olímpico

REPORTAGEM

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Rayssa e Pâmela avançam para enfrentar legião japonesa na final em Roma

Rayssa Leal compete em Roma - Julio Detefon/CBSk
Rayssa Leal compete em Roma Imagem: Julio Detefon/CBSk
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

02/07/2022 15h35

O Brasil terá duas representantes na final do Open de Roma de skate street, competição que abre a corrida olímpica da modalidade. Rayssa Leal, em segundo, e Pâmela Rosa, em sétimo, terminaram entre as oito primeiras das semifinais neste sábado (2) e vão enfrentar uma legião de japonesas na final de amanhã (3) na Itália, a partir das 14h de Brasília.

Depois de ganhar ouro e bronze na prova olímpica de Tóquio, o Japão apresenta neste início de ciclo novas atletas competindo em altíssimo nível, incluindo a revelação Coco Yoshizawa, de apenas 12 anos, que foi a quarta melhor da semifinal.

A melhor nota ficou com Funa Nakayama, bronze em Tóquio. Rayssa Leal foi muito bem, em segundo, mesmo sem encaixar nenhuma volta completa na primeira fase da prova. Rizu Akama, Yoshizawa, a campeã olímpica Momiji Nishiya e a também japonesa Yumeda Oda, de 15, vieram na sequência. Ou seja: das seis melhores das semifinais, cinco foram japonesas.

Pâmela Rosa, atual bicampeã mundial da modalidade, terminou em sétimo e também pegou vaga na final, que será completada por outra jovem revelação: a australiana Chloe Covell, que também tem só 12 anos. Gabi Mazetto não encaixou a segunda manobra (as duas melhores de cinco tentativas compõem a nota final) e terminou em 14º. Ela e Virgínia Fortes Águas, que está machucada, devem disputar a terceira vaga do Brasil em Paris.